Projetos Desenvolvidos
Os projetos desenvolvidos ao longo do percurso podem ser publicados no site oficial, mediante autorização dos autores, como forma de ampliar visibilidade, circulação e oportunidades de parceria e fomento.
Jorge Silpem
Rio de Janeiro
Maneirismos e Brejeirices de Um Teatro Bem Brasileiro
Maneirismo e Brejeirices de Um Teatro Bem Brasileiro revisita a transformação do teatro nacional a partir do Romantismo, marcando a passagem de uma estética colonial portuguesa para uma linguagem brasileira. Em formato metateatral, a peça percorre movimentos como TBC, censura e Teatro de Revista, homenageando grandes artistas com diversidade e recursos tecnológicos. Dramaturgia de Flávio Freitas e direção de Ernesto Piccolo, com temporadas previstas no Rio e em São Paulo em 2026.
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Luiz Correa
Rio de Janeiro
Circo Escola
Inspirado em estudo da DataReportal, que aponta o Brasil como o 2º país em tempo online, o espetáculo Sem Wi-Fi leva o circo às escolas públicas do Rio de Janeiro para refletir sobre sedentarismo, isolamento e saúde mental. Com três artistas da periferia, ligados ao Circo Crescer e Viver, a obra convida à reconexão presencial, sob direção de Mateus Amorim, premiado no Prêmio Shell de Teatro.
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Val Martins
Rio de Janeiro
TEIA
Adaptação do espetáculo TEIA para apresentações em teatros do Rio de Janeiro e de Niterói, com um elenco reduzido de acrobatas do Fantástico Mundo, facilitando sua circulação. A nova montagem ressignifica a obra a partir da condição da mulher, abordando suas lutas da Antiguidade aos dias atuais por meio de acrobacias aéreas, poesia e música. As apresentações acontecem em março, em diálogo com o Dia Internacional da Mulher, tendo a tecelagem como metáfora central de resistência e conexão.
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Jô Carvalho
Rio de Janeiro
Moça do Cabelo de Flores
O projeto consiste na regravação do álbum autoral “Elementos”, da cantora e compositora Jô Carvalho, seguida de quatro shows de lançamento. A obra reúne músicos nordestinos e cariocas, sob direção do produtor Felipe Poli, promovendo um laboratório musical de troca de saberes e valorização da diversidade brasileira. Ao final dos shows, o público é convidado a um debate sobre a arte como ferramenta de apoio nos processos de depressão, ansiedade e demência na terceira idade.